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Ser humilde como uma criança ao escrever..

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Vã, sutil e enganosa polêmica

Frente aos insistentes "bate bocas" e razoavel repercussao sobre o posicionamento do Mackenzie [onde alias curso] posto este texto extremamente inteligente e condizente com a lógica.... pois minha sincera e mansa indignaçao com as concepçoes que tem tido o termo "homofobia" nao me permitem passar indiferente ao mar de inverdades..
{obs: nao é de minha autoria}

A VERDADEIRA TOLERÂNCIA


A Universidade Mackenzie foi acusada esta semana de defender a homofobia. O motivo foi um texto publicado em 2007 e que, em momento algum, manifesta qualquer espírito de ódio ou violência contra homossexuais, mas restringe-se a manifestar a visão cristã sobre a homossexualidade. Ficou evidente que, na agenda gay, manifestar qualquer opinião contrária a sua opção sexual é ser homofobico e intolerante. Segue um excelente texto assinado pelo Israel Belo de Azevedo sob o título A Intolerância dos Tolerantes.

A tolerância hoje está sendo redefinida a fim de significar que todas as visões são igualmente válidas e todos os estilos de vida, igualmente apropriados. Assim, a idéia de que Jesus é o único caminho é difamada como o epítome da intolerância. Em vez de render-se à cultura, os cristãos devem estar preparados para expor as falhas da tolerância de hoje e, ao mesmo tempo, exemplificar a verdadeira tolerância.

Primeiro, dizer que todas as visões são igualmente válidas soa como tolerante, mas na verdade é uma contradição. Se de fato todas as visões são igualmente válidas, então a visão do cristão deve ser considerada. Porém, a visão cristã afirma que nem todas as visões são igualmente válidas. Desta forma, a redefinição de tolerância em nossa cultura é uma proposição que se autorrefuta. E mais: não toleramos pessoas com quem concordamos; toleramos pessoas de quem discordamos. Se todas as visões fossem igualmente válidas, a tolerância não seria necessária.

Além disso, a redefinição atual da tolerância não deixa espaço para julgamentos morais objetivos. Um terrorista moderno poderia ser considerado tão virtuoso quanto a uma cristã piedosa. Sem um ponto de referência firme, as normas sociais estão sendo reduzidas a meras questões de preferência. Assim, a base moral para resolver conflitos internacionais e condenar práticas intuitivamente más, como genocídio, opressão de mulheres e prostituição infantil, está seriamente comprometida.

Por fim, à luz de seus aspectos filosoficamente fatais, os cristãos devem rejeitar a tolerância de hoje e restaurar a verdadeira tolerância. Esta requer que, apesar de nossas diferenças, tratemos todas as pessoas que encontramos com a dignidade e o respeito que merecem como pessoas criadas à imagem de Deus. A verdadeira tolerância não impede que se proclame a verdade, mas manda que façamos isso com bondade e respeito (cf. 1 Pedro 3.15,16). Em um mundo cada vez mais intolerante com o cristianismo, os cristãos devem exemplificar a tolerância sem sacrificar a verdade.

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